sexta-feira, 19 de junho de 2015

Novo golpe milenar pakuano lesa aluna e sua família - Novidade?

Venda de graduação é pouco
para esses canalhas...
Sempre que tiver algum amigo que insista em querer provar a você que a Liga Internacional de Pa-kua (e suas variações), é uma arte marcial onde só tem “gente boa” e “confiável”, recomende a ele que leia este texto e os demais textos publicados aqui no blog; e se mesmo assim ele continuar a acreditar que “o mestre dele alega que isso tudo é uma calúnia maldosa contra eles”, tenha apenas a certeza que a lavagem cerebral pakuana foi bem sucedida!
Não faça mais nada, apenas espere do fundo de sua alma que esse cidadão tenha o mesmo azar que a pessoa citada – mesmo que não queira, afinal, se é para que não aconteça, você não teria indicado este texto a ele... E se ele não aceita o caminho mais curto, então que vá pelo mais longo e tortuoso caminho até deparar com a mais triste (e humilhante) realidade.

Depois do texto, eu deixo as minhas colocações finais.
Obs: Alguns grifos no texto são de minha parte.


Texto Anônimo de um ex aluno de Pa-kua do Rio de Janeiro.

    Frequentei a Escola Pa-Kua do Rio de Janeiro durante três anos, e parei no ano passado, após me convencer de que o lugar tranquilo com pessoas agradáveis e que pareciam querer o bem dos alunos na verdade só estava aplicando um efetivo e muito bem organizado esquema de pilhagem financeira e pirâmide, sob o disfarce de ensinar Artes Marciais.
   Outros depoimentos neste blog já descreveram o esquema de pirâmide, os valores, o sistema de intensivos e itinerâncias. Não vou repetir o que já foi dito. Meu início foi igual aos vários que deram seus relatos aqui. Entrei como aluno, procurando uma melhoria de vida, e eventualmente acabei seduzido a ser instrutor, fazendo um dos famosos intensivos. Fui instrutor durante pouco mais de um ano, até finalmente me enojar de vez e sair. O que eu quero é contar dois casos que aconteceram na Escola do Rio de Janeiro com uma aluna e instrutores com quem trabalhei, e deixar os leitores tirarem suas conclusões.
O "bonzinho" e "confiável" Mestre charlatão Dan Suede.
    No início do meu terceiro ano, já instrutor a um certo tempo, fui informado pelo antigo Mestre Responsável, de que ele havia vendido a Escola para uma aluna “muito aplicada e com muito potencial”, porque ele tinha ficado saudoso da sua terra natal, os EUA, e queria voltar para lá com a família e abrir uma Escola em Miami. Nós, os instrutores, ficamos um pouco surpresos com essa decisão, porque o Mestre já tinha dito mais de uma vez que odiava o seu país de origem, e a aluna em questão tinha acabado de começar, não tinha nem seis meses de Pa-Kua. Depois entenderíamos que o potencial que motivou a venda foi o potencial do bolso da aluna e sua família.
    O valor da transação nunca nos foi revelado, mas por conversas e insinuações nos meses seguintes, acredito ter sido por menos de R$ 30.000,00. TRINTA MIL REAIS, por uma escola sem existência legítima (nem CNPJ próprio ela tinha), com um monte de equipamentos velhos que não valiam um décimo desse montante. A parte mais perversa: como a aluna não tinha o grau de Mestre, e este era obrigatório, ela teria que fazer os famosos intensivos, cobrados é claro, para alcançar o grau mínimo necessário; enquanto isso, o Mestre antigo continuaria a frente da Escola. Em outras palavras, a aluna pagou por nada de sólido, e pelo direito de continuar a ser mandada pelo Mestre.
       Nos meses seguintes, a aluna foi tosquiada (nota do blog: ele quer dizer que a garota foi completamente extorquida) pela Liga e pelos Mestre local. De cara, no segundo mês depois da venda, ele inventou uma reforma da Escola. E quando esta ficou pronta, ele comprou briga com o proprietário do imóvel e resolveu que era hora de mudar a Escola para um novo endereço, onde foi necessária NOVA reforma. Ou seja, em menos de três meses, a aluna pagou uma mudança e duas reformas. E claro, enquanto o Mestre continuou a receber sua porcentagem dos lucros da Escola, o valor dos intensivos, cursos, etc. Enquanto isso ela e os pais (que entraram junto nesse buraco), gastando todas as economias da família com cursos e intensivos, na promessa de assumirem a Escola Pa-Kua do Rio no futuro.
       Nessa altura, em conversas com outros Mestres visitantes, havíamos entendido finalmente o porquê da súbita venda da Escola do Rio de Janeiro e a mudança do Mestre. A Escola do Rio de Janeiro não era considerada lucrativa o suficiente. Enquanto o Mestre visitante conseguia pilhar uma média de R$ 15.000,00 a R$ 20.000,00 em outras Escolas, na do RJ eles mal conseguiam tirar 10 mil. Dez mil reais, em uma semana de “trabalho”, e eles consideravam isso “pouco”. Tanto é que no ano de 2014, tivemos apenas a visita do mesmo mestre intinerante, o que era muito incomum. Considerando o que aconteceu depois, provavelmente ele já tinha seus interesses próprios. E o Mestre local, vendo que não conseguia tirar o dinheiro no Rio de Janeiro que seus companheiros tiravam em outras cidades, resolveu se mandar para Miami.
     Antes de concluir esse primeiro caso, vou contar o segundo, para manter a ordem cronológica. Enquanto todo esse esquema com a aluna se desenrolava, os instrutores de arquearia começaram a primeiro avisar, e depois alertar, para a situação deplorável do equipamento de arquearia. Os arcos já estavam muito gastos, e as flechas já estavam quase todas em menor ou maior grau danificadas. Os instrutores vinham sendo obrigados, seguindo orientação dos Mestres, a REMENDAR as flechas, o que qualquer praticante de arquearia séria pode dizer que é um enorme perigo. O pior é que os alunos de arquearia pagavam uma taxa extra, que supostamente servia para a manutenção e renovação do material. Mas, como viemos a descobrir, esse dinheiro (que no auge da Escola devia ter chegada a quase mil reais mensais) simplesmente sumiu na contabilidade Pakuana do mestre gringo.
Finalmente, um dia, o pior aconteceu. Um aluno em aula foi atirar, e a flecha, que já tinha sido remendada várias vezes, não aguentou a força do disparo e se desfez na mão dele. Por muita sorte, o dano foi pequeno, apenas uma farpa maior no dedo, que após tratamento não deixou sequelas. Por sorte também, os pais desse aluno, menor de idade, entenderam que o risco fazia parte, e não tomaram nenhuma ação judicial. Mas, como no caso da aluna que comprou a escola, eles tiveram essa compreensão por causa da confiança que os Mestres de Pa-Kua sabem construir com sua conversa gentil e manipuladora. NÃO FAZIA PARTE O FILHO DELES ATIRAR COM UMA FLECHA REMENDADA, porque o dinheiro que deveria ser para a manutenção “sumiu”.
E pior, ao relatarem o acontecido, os instrutores de arquearia ainda foram culpados pelo Mestre local, que afirmou que a responsabilidade deles era comprar, com o dinheiro deles, o equipamento necessário. Já o Mestre Superior Responsável (Nota do Blog: Fernando M. Sandri), que já foi citado várias vezes nesse blog, o que ele disse quando foi comunicado? “O aluno ou o responsável assinou o contrato? Isso não é problema da Liga.”

     Voltando ao primeiro caso, para encerrar.

    Depois o que o antigo Mestre foi para Miami perpetuar seu esquema, por um breve período pareceu que a aluna-proprietária iria tomar as rédeas da Escola do Rio. Ledo engano; a Liga logo providenciou a vinda de uma Mestra, dona de Escolas no sul, e discípula do cara anterior, para assumir o Rio de Janeiro.
     Enquanto ela não desembarcava, a Escola do Rio foi cada vez se esvaziando mais. Alguns ficaram sentidos pela saída do Mestre, por que ficou claro para todo mundo que ele estava se mandando atrás de um lugar mais lucrativo. Outros, por causa das atitudes do Mestre antes dele finalmente partir, como dar intensivos e cursos de qualquer maneira, e em muitos casos, sem completar o número de aulas consideradas “apropriadas”. Alguns alunos receberam faixas de instrutor sem mal terem feito os intensivos. Desnecessário dizer, abandonaram o Pa-Kua logo em seguida.
     Finalmente, a nova Mestra responsável desembarcou, com a promessa de revitalizar a Escola do Rio. Ledo engano. Ela mal fez nada, assumiu algumas turmas regulares, para logo depois cancelar várias destas, o que fez que mais pessoas desistissem, e deixando de dar aula por qualquer desculpa, para não fazer absolutamente NADA. Além, é claro, de aplicar os famosos intensivos e cursos, já que o dinheiro destes vai direto pro bolso dela. A aluna-proprietária, que a essa altura já se encontrava desesperada pelo erro que cometeu, acabou confidenciando para algumas pessoas que a Mestra, ao contrário do que todos nós imaginamos, não comprou parte da sociedade na Escola, e nem investiu dinheiro. Enquanto isso, nós instrutores, que até recebíamos alguma coisa, deixamos de ver um centavo. A justificativa foi de que a situação econômica da Escola não permitia a continuidade dos pagamentos, e que todos deveriam fazer a sua parte. Mas CLARO que isso não incluía os Mestres locais, nem a Liga. Estes continuaram a receber suas porcentagens, claro. Porcentagens essas que os alunos regulares nem sabem existir, e os instrutores só descobrem depois de algum tempo de casa.
     Em retrospecto, ficou claro o que aconteceu: a nova Mestra, vendo o estado da Escola, simplesmente resolveu esperar a aluna-proprietária sangrar todo o dinheiro que ela tinha, para então comprar a Escola por preço de banana, o que aconteceu alguns meses depois da minha saída. Algum tempo depois disso, aquele mestre itinerante de que falei que parecia gostar muito do Rio apesar dos lucros baixos, também se mudou pro Rio. Também em retrospecto, não posso deixar de pensar que ele já estava pensando em assumir a Escola do Rio com a Mestra desde o começo do ano, quando o gringo tinha decidido se mandar pra Miami.
     Para concluir: a aluna e sua família torraram todas as suas economias na promessa de assumir um negócio que fazia o bem das pessoas. Num chute, baseado a tabela de preços que esse blog já publicou, ela, só ela, não gastou menos de R$ 50.000,00 nessa aventura. E deus sabe quanto os pais dela gastaram. A última vez que eu ouvi falar deles, eles tiveram que sair do apartamento que eles moravam aqui no Rio de Janeiro, em um bairro de classe-média alta, e se mudar para Nova Iguaçu, na baixada fluminense, onde, por sorte, eles tinham uma casa própria. Segundo me relataram alunos que estava lá nessa época, e com quem consegui manter algum contato, ela deixou bem claro o que aconteceu: “Vendi a Escola para a Mestra e estou saindo do Pa-Kua para reconstruir minha vida”.
      E o que me revolta mais é saber como o Pa-Kua trata aqueles que saem. Ela, como todos nós que largamos, seremos prontamente esquecidos. Dentro da lenda da maravilhosa escola que foi aberta por um argentino discípulo de um chinês renegado, não existe espaço para aqueles que não continuam dando seu sangue, e seu dinheiro, para esse esquema de pirâmide que é praticamente um culto. Nossos nomes não são mais citados lá dentro, e não somos bem-vindos, a menos que queiramos voltar. A esposa do Mestre gringo, com quem sempre tive uma relação amistosa, passou a me ignorar na rua, depois que saí da escola. E ela não foi a única.
      Bem, termino aqui o meu relato. Foi muito longo, mas acho que era um aspecto do Pa-Kua que eu tive o privilégio único de conhecer na Escola do Rio. Pois, nas Escolas do restante do país, pelo que eu vejo, o esquema funciona muito bem. Foi aqui no Rio, onde não funcionava, é que eu pude testemunhar até onde vai a ganância desses indivíduos, e considero um dever meu como ser humano dividir essa experiência.

       Fiquem longe do Pa-Kua.

       Abraços.

Opinião do Mestre Shinn e uma esperança.

O motivo de ter grifado esses trechos é apenas uma forma mais simples de destacar e resumir tamanha pilantragem vindo desses charlatões, se lermos apenas os grifos é possível entender diretamente o texto e ver de cara o que eles aprontaram. Sobre a garota que foi literalmente extorquida pelos pakuanos, eu já obtive mais informações sobre ela, só que até antes desta denuncia chegar, não estava muito claro sobre o que havia realmente acontecido. Então, aqueles ex alunos que abriram os olhos e tenham algum contato com esta moça, caso queiram relatar suas histórias contra os pakuanos, favor procurar a gente, tanto pela comunidade do Facebook, quanto pelo nosso e-mail chinnpantzemestre@gmail.com. E esta moça que foi vítima dos pakuanos quiser relatar o seu caso para nós com mais detalhes, que entre em contato conosco, para que possamos ajudá-la a pelo menos resgatar a sua dignidade! Prometo que se nos ajudar, nós a ajudaremos a tomar as devidas ações necessárias contra esses canalhas na justiça! 
Sorrindo com o dinheiro dos outros!
               que maravilha! #SQN
E a tal “mestra” recém chegada se chama Renata Oliveira, ela é de Florianópolis, inclusive já foi exposta na página do Facebook oferecendo curso falcatrua de defesa contra ARMAS DE FOGO (Sim! Dê o seu dinheiro para aprender a tomar um tiro na rua por confiar em técnicas milagrosas de "Mestras" fajutas)! E ela conhece bem o esquema de pirâmide como muitos outros incapazes da Liga Internacional de Pa-kua.        
          O mais engraçado disso tudo, é que ela se diz “Mestra” tendo apenas o terceiro dan ou grau, isso é típico do pensamento de leigo achar que para ser “Mestre”, basta ter uma faixa preta... Gente que oferece esse tipo de curso é incompetente ou extremamente vigarista, tinha mais é que ir pra cadeia por estelionato!
Este gringo chamado Dan Suede, já apareceu na página do Isto Não é Arte Marcial querendo tirar onda com a nossa cara, só que logo depois que eu respondi o comentário dele, rapidinho o gringo arregão apagou o texto...
Sobre essa questão dos “intensivos” ou “cursos acelerados”, um pessoal que tá reagindo contra a presença de Pakuanos em eventos de anime em Porto Alegre, já relatou um fato que aconteceu no último evento que eles presenciaram, e conta um deles que uma garota com faixa cinza veio dizer uma série de bobagens a respeito da espada japonesa alegando que Katanas e Jinkums não são espadas e sim “Sabres”, conforme alegam os pakuanos em seus cursos de  harakiri “Armas de corte”, do qual ela é instrutora de defesa contra facas com apenas SETE MESES de prática no Pa-kua Hermano...

O pessoal até que tentou de boas, informar a garota sobre os perigos dessas aulas intensivas e alertar sobre vendas de graduação, e quando pareceu que a garota tinha ficado incomodada com a dose de realidade; os pakuanos imediatamente tentaram se vitimizar no sentido de pedir a expulsão do grupo no evento aos organizadores, o que de fato, não aconteceu; mas a reação mais do que positiva deste grupo, foi uma apresentação de Dança do Leão chinês promovido pelo mesmo grupo e bem na cara dos pakuanos, para mim, isso foi a melhor resposta para eles.

Para mostrar que ainda cabe um raio de esperança e reação positiva contra os pakuanos que encerro este texto; recomendando que os instrutores de artes marciais de cada estado ou cidade tomem a mesma iniciativa que esse grupo está fazendo, unindo as artes marciais contra a presença negativa destes enganadores milenares pakuanos, 
Deixem de lado o pensamento presunçoso e arrogante de que só ignorando os charlatões é que as artes marciais vão melhorar, não mesmo! O seu silencio é tudo o que eles mais querem para poder enganar e extorquir o quanto puder de patinhos. O dia em que o Pa-kua virar referencia de arte marcial, isso será graças ao seu silencio e a sua comodidade de não fazer nada para impedir o avanço deles...

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Questionando a inteligência (desonesta) dos Biones.

Taka Nakara desbancando o deturpador
          Em recente sequencias de matérias escritas pela Mestra Taka Nakara sobre o Zen budismo de butique que o Antônio Bione literalmente tirou da bunda de algum lugar; dois comentários do tal “Carlos Algusto” questionando a idoneidade da matéria chamaram a nossa atenção. Tudo bem que pudesse ser algum aluno fiel tentando defender seu “Mestre”; porém, se tratando de uma dupla manjada de desonestos intelectuais como os Biones, é bem provável que este “aluno” seja apenas mais um perfil fake criado pelos mesmos apenas para desacreditar a autora da matéria...



Eu (Shinn) desbancando o deturpador

E porque eu digo isso? Numa das postagens anteriores que expõe o finjutsu dos Biones uma garota chamada Ingredh Matias afirma pelos comentários que teria procurado o Wagner Bione após ler nossa matéria e que o Wagner provou que estávamos agindo covardemente contra eles, atacando-os sem nunca ter visitado sua escola e tirar todas as dúvidas sobre o conhecimento paku (...) a origem do Clã Wayshia Kempo e todo o seu conhecimento sobre o Kung fu brasileiro que antes era Kung fu do Vietnã e que antes era Kung fu do Camboja. Tudo comprovado e documentado por dados históricos escritos pelo próprio Antonio Bione.



Sério... Eles queriam provar uma suposta arte marcial milenar, baseados em dados históricos escritos por eles mesmos... Credibilidade zero, finjutsu provado!
A tal Ingridh Mathias se passando por
leiga e deturpando o texto..

Foi apenas clicar no perfil da garota para buscar algum dado que comprove a existência desta pessoa e confirmar a suspeita de ser um perfil criado pelo próprio Wagner Bione para tentar nos desmoralizar. E como esperado não havia nenhum dado sobre a moça que comentou apenas um perfil criado para este propósito e nada mais...

perfil vazio, credibilidade zero!

O tempo passou e foi então que veio esses novos ataques nas postagens recentes da Taka Nakara sobre o pseudo Zen Budismo de Antonio Bione. Na primeira matéria onde a Taka mostra o perfil do Antonio Bione este cita o nome de seus filhos: entre os nomes estão o Wagner e a tal da Ingredh. Mas que cara-de-pau! E não termina aí, um seguidor do Isto não é Arte Marcial revelou o perfil da Ingredh Bione, ou é muita coincidência ou é muita má fé da parte dela... Das duas uma: ou o Wagner usou o nome de sua "irmã" ou a "irmã" quis dar uma de esperta com a gente...
Esta é a verdadeira Ingredh Bione.
Seu nome é semelhante ao do perfil fake.

Mais uma vez estamos aqui constatando a falta de honestidade vindo do Clã Bione!
Este “Carlos Algusto” é exatamente um perfil fake, provavelmente criado pelo próprio Antônio Bione, que como de costume tenta confundir tentando induzir a pessoa ao erro, julgando-se mais esperto que os outros, um típico sociopata...
Tal qual a Ingridh esse perfil também é suspeito de ser fake

Prezado Clã Bione, façam-nos um favor: enfiem suas cabeças num buraco e de lá jamais saiam, se não tiver como, ao menos coloquem um saco de pão na cabeça, isso se é que vocês conhecem o significado de “vergonha-na-cara”. Francamente...

Para saber mais:


Cliquem no texto e descubram na descrição o nome da
Ingridh Bione - só para depois virem dizer que estamos
acusando sem provas como eles adoram fazer.. #pombo_enxadrista

Update: Recentemente o Wagner Bione comentou na página do Facebook uma série de ameaças e falacias, deturpando todo o contexto e sem ler. Agora quer questionar e bancar o valentão.
Confira a sessão de besteiras do Bione.

Desde quando chamamos esse sujeito de "Bandido"?
Wagner, pare de usar "dorgas"!!

sábado, 18 de abril de 2015

Questionando o "Zen Budismo" de butique dos Bione's (Wayshia Kempo)- 3

      Como comentei no post anterior, iria continuar a questionar o "Zen Budismo" dos Bione's, coisa que os mesmo não entendem muito. Vendo os vídeos de um que se diz filho de Bione escutei tanta balela que que não podia deixar de comentar os absurdos. O cara não estuda, não procura saber sobre as outras culturas, não tenta compreender outras religiões... Enfim, pega um monte de conceitos de coisas diversas, faz um "pot-pourri" de tudo que é oriental, transcendental, espiritual, holístico, etc, mistura tudo numa caixinha e sai a falar bobagem por ai.






       Mas aí é que vem o pior! É que tem gente que acredita!!!!!

      Achei este vídeo e fiquei pensando se não estavam de zoeira, mas vendo as respostas aqui no blog de alguns "adeptos" do Wayshia Kempo eu penso, o cara fala com tanta convicção que convence os outros. E não adianta eu provar aqui por A mais B os fatos que ainda tem gente que não se convence.

       Bom, vamos analisar o vídeo:

       "Porque o Wayshia Kempo, ele também unifica a filosofia zen, a budista e a filosofia hinduísta. Porque o império Khmer era um império indo-budista."
(Wagner Bione)

     1. O budismo praticado no khmer é o Theravada, muito diferente da linha Zen budista que é Mahayana, confundir "budismo do Khmer" com o "budismo zen" é como confundir Igreja Católica Romana com Igreja Católica Ortodoxa. A escola Theravada do Khmer é completamente diferente da Mahayana do Zen budismo;

     2. O budismo tem suas origens no hinduísmo, pois o Buda histórico (Shakyamunni Buda ou Sidarta Gautama) era um príncipe hindu. Antes de se tornar um buda, Sidarta seguiu o caminho asceta, uma pratica que existe até hoje na Índia. Muitos Bodhisattvas do budismo são de deidades herdadas do hinduísmo, etc. Portanto todas as escolas de budismo tem influencia do "Hinduísmo", umas mais e outras menos. Porem budismo é uma coisa, hinduísmo é outra coisa.

      3. O budismo Theravada que é praticado na região do Khmer é originário da Índia (do Sri Lanka) e influencia demais a cultura cambojana. É muito leviano alguém justificar unir "Zen Budismo", algo que veio lá do Japão e que segue a escola Mahayama, com "Hinduísmo" lá da Índia usando o pretexto do "império indo-budista". Alias, da onde os Bione's tiraram o termo "indo-budista"? Inventaram moda!

     "É necessário viver o zen. Para viver o zen você não precisa ir no mosteiro, você não precisa raspar a cabeça, você não precisa fazer aquele voto de castidade, isto é vocação"
(Wagner Bione)

     Certamente que não precisa raspar a cabeça, o budismo Zen é aberto para a prática dos leigos e não teria sentido nenhum de ser fechado, alias nenhum escola budista é totalmente fechada. Agora se o leigo quiser viver a vida monástica é obrigatório que faça os votos e que vá para um mosteiro!
      Nem todo budista é casto, no Budismo japonês existe muitos monges casados e com família. No budismo tibetano os Lamas também podem casar e ter filhos. No Budismo Theravada algumas escolas admitem leigos como monges com votos temporários, terminando os votos eles voltam a ser leigos e podem casar. O que o budista não deve é abusar da sexualidade. Este conceito picareta "Bionesco" de ser Zen esta bem equivocado, ser monge budista é muito diferente de ser um padre.


      "Buda dizia: afasta-se do mal, pratique somente o bem, purifique a sua mente. Não interessa a onde você esteja, se você esta na cidade, na floresta, se você esta no templo, se você pratica estes três conceitos, você já é um mestre zen. Isto é o kung-fu, isto é ser um mestre."
(Wagner Bione)

      Shakyamunni Buda não deixou nada escrito, então ninguém pode dizer exatamente o que "Buda dizia". Diz-se que todo o ensinamento dele foi compilado por seus discípulos num concílio após sua morte, porem mesmo este concílio é alvo de controvérsias. E vai me desculpar, mas somente praticar os "preceitos" citados não é o suficiente para se tornar um mestre Zen. Querer não é poder, não se acorda de um dia para o outro e fala: pratico os preceitos, sou mestre Zen! O caminho para ser um mestre budista não se inclui treinamento auto didata.
      Todo mestre Zen foi formado por um mestre. TODA a escola budista DEVE TER uma linhagem seja ela Tharavada ou Mahayana. A linhagem no budismo Zen japonês é muito, mas muito importante. Não é tão simples ser um mestre Zen como eles afirmam, não banalizem as coisas.

     E tem mais, vou continuar a escrever, pois a zoeira não para, a zoeira é infinita em se tratando de "Bione's".

   Obs:

      Terminando, teve um rapaz ai que respondeu aos post anteriores (pena, queria que fosse os Bione's) que não tem o hábito de consultar os dicionários (vulgo "amansa burro") que não entendeu o que escrevi nos outros posts. Então tomo a liberdade de te explicar o que é a palavra "ADEPTO". Se você entender a palavra "adepto" talvez vocês entenda eu escrevi anteriormente. Agora se não entender, terei que desenhar, isto me nego a fazer.

    Só para concluir esta parte, entendam o que é a palavra "adepto".

ADEPTO:
1. s.m. Seguidor ou partidário; quem segue ou defende os preceitos de uma religião, de uma organização, de um clube esportivo, de uma ideologia ou doutrina: adepto do capitalismo; adepto da seleção brasileira.
2. Algo ou alguém que foi iniciado ou passou a conhecer os dogmas, preceitos, normas de uma religião, seita, doutrina ou ciência.

Quer a fonte? Esta aqui: http://www.dicio.com.br/adepto/

Concluindo: Mestre A. V. Bione NÃO É "ADEPTO" da escola Soto Zen!



Mais postagem sobre o tema:
Ver postagem anteriores:


domingo, 29 de março de 2015

(Update) “A página mais escrota da atualidade”... a mentalidade tóxica do apedeuta Pakuano.

Apedeuta: ignorante, insipiente, que crê saber o que não sabe de verdade.




O pessoal do Pakua hermano continua achando que podem bater de frente e defender pseudoconhecimento. Recentemente, tenho descoberto abusos e atitudes cretinas de certos paku-asnos tentando abafar desesperadamente o seu tão evidente finjutsu; só nesta semana, recebemos denuncias de chantagens, abuso de autoridade e até mesmo, casos de pakuanos sofrendo mania de perseguição.
 
O mais engraçado disso é ver que essas pessoas acreditam num tal “conhecimento” quando não passam apenas de iludidos e apedeutas (ignorante, desavisado, inculto) que mesmo confrontado com as verdades que o Isto Não é Arte Marcial apresenta,  eles só sabem negar tudo e procurar explicações vazias dentro de sua dissonância cognitiva

Até aí, tudo bem que seja vitima de sua própria ignorância, mas, o que vem acontecendo de fato, é quando alguém começa a questionar a ideologia milenar pakuana... Aí, os caras apelam a todo o tipo de discurso fanático, repressivo, negligente e ameaçador; repetindo frases prontas sem o menor raciocínio lógico e disparando ameaças de todos os tipos.



Ameaças de processo:

Um casal de ex-praticantes comentou na página do Isto Não é Arte Marcial, que havia questionado as ideias que os pakuanos pregam de forma contraditória, principalmente a respeito de seus cursos – indubitavelmente – extorsivos. E que por causa disto, foram repreendidos pelos pakuanos até que decidiram abandonar a "escola". 
Assim que o casal teve acesso à página Isto Não é Arte Marcial, finalmente puderam confirmar que todas as suas suspeitas estavam – temerariamente – corretas. Li seus comentários na página e depois, notei que aqueles comentários do casal haviam sido deletados da página! E só mais tarde, fui informado que o casal sofreu ameaças por telefone dizendo que os dois seriam processados caso eles não removessem os comentários, e como é esperado da natureza de todo o charlatão, tentaram nos desqualificar com seus argumentos vazios, mas o auge da canalhice milenar pakuana veio, quando o apedeuta exigiu que o casal "descurtisse" a página SOB AMEAÇA DE PROCESSO! 
Até que ponto chega a loucura desses picaretas?!
Veja só! Processar, PROCESSAR EX-ALUNO só porque curte nossa página?
É nessas horas que a gente lamenta não poder fazer o que se fazia na década de oitenta, quando charlatão era posto pra correr. Estou dizendo isso, porque não é a primeira vez em que gente mal intencionada como os pakuanos fazem esse tipo de palhaçada; aconteceu comigo no caso Danilo” como também aconteceu com o rapaz de Brasília. E desde então, os pakuanos já ameaçaram parentes de colaboradores com ligações anônimas, e tentando intimidar pessoas dentro de eventos de cultura japonesa. Como se ser um faixa preta de Pakua Hermano fosse ameaçador.

  O mais engraçado é eles insistirem dizer que nos vão “processar por calúnia”... Quero ver os paku-asnos provarem as seguintes perguntas:

1- Como um argentino se promoveu mestre depositário com um diploma falso?

2- Também faz saber, deles falarem para o juiz que ensinam acupuntura fajuta para qualquer pessoa sem formação médica?

3- Como explicar as propagandas enganosas, prometendo defender-se de facas e armas de fogo e até uma ridícula defesa pessoal debaixo d’agua, sem contar as propagandas de pakuanos se comparando a personagens de desenhos animados, na tentativa ridícula de prometer o que não pode, sem contar que esse tipo de propaganda visual é condenado pela CJN, com direito a processo e multa?

4 – Também quero saber como conseguiram obter meus dados pessoais, quanto ao caso “Danilo”. Este mesmo que também agiu de má-fé dizendo-se advogado e coagindo sob ameaças de um processo fantasma e uma falsa investigação da Policia Federal em defesa do Pa-kua?

5 – Queria que explicassem também como descobriram dados de pessoas não vinculadas ao Pa-kua para ameaçar e coagir, dizendo-se funcionário de companhia telefônica com a mesma argumentação do tal “Danilo”?

6 – Também gostaríamos de ver a cara do Señor Fernando Sandri explicar ao Juiz sobre seu falso testemunho assinado e protocolado pela Liga Internacional de Pa-kua (crime do Art. 342 do Código Penal) em resposta numa denuncia contra eles em Porto Alegre – RS.

7 – Se o Pakua realmente tem uma “explicação para tudo”, então, deve haver alguma justificativa para todas essas atitudes CLARAMENTE SUSPEITAS, afinal, quem não deve, não teme...

Mas aí vemos outro exemplo de Pakuano que merece ser exposto, caindo em contradição.

Este é o Stephan Martins de Nova Prata RS. Ele abriu uma academia de “Quá-quá”, nesta cidade, e veja só o que ele diz a respeito de quem compartilha a nossa página do facebook.

    Escroto é algo que causa repugnancia, Chulo, ordinário, reles,vil; malfeito, ordinário, grosseiro.  


Segundo ele, o Isto Não é Arte Marcial é “a página mais escrota da atualidade” pelo qual, os seus ex-amigos são os seguidores e merecedores de seu total desprezo. Ok, vamos mostrar o que consideramos “escrotice




            Esse fulaninho qualquer aí participou de um dos podcast mais patéticos já ouvidos no canal Jovem Nerd, atuando como se fosse uma autoridade sobre artes marciais, e o cara só falou merda! Disse que Giordano era faixa preta de Taekwondo – o que é mentira! Basta uma consulta no site do Kukkiwon que lá não consta nenhum registro dele como faixa preta. É tão falso quanto o Pakua Hermano...

Sabemos de fontes seguras que Magliacano foi graduado em Hapkido e Sipalki – falaremos mais dele num vídeo resposta. Ainda por cima permitiu que um leigo manuseasse uma espada de aço afiada para cortar uma melancia! É mole?
Apenas gostaríamos de advertir as pessoas leigas que nos acompanham, de que uma espada afiada é uma arma branca PERIGOSA, portanto, espada NÃO É BRINQUEDO, nem pra brincar de Jaspion ou Jiraya você toca numa espada de verdade! Isso é SÉRIO!

E o Stephan não tem nada de correto para questionar o caráter das pessoas, pois, apesar de pakuano Stephan é desonesto, na mesma época do Podcast do Jovem Nerd, quando Stephan morava em Curitiba – PR, ele participara de um evento de anime, onde estavam programadas duas demonstrações de artes marciais e um de Finjutsu; E o “Senhor Moral” (Stephan) teve a ideia de puxar o tapete do pessoal do Karatê e do Judô que ainda não haviam chegado ao local, induzindo os organizadores do tal evento, que as duas equipes de demonstrações não compareceriam e assim, ficaria com mais tempo para demonstrar sua “escola”.

E como não bastasse tamanha escrotice milenar pakuana, o imbecil não mediu as consequências, não percebeu que o pessoal do Karatê e do Judô estavam presentes, aguardando a sua vez, e quando viram o Sr. Stepham falando ao microfone que “o Pa-kua argentino é a mais tradicional que todas as artes marciais” (sic); não pensaram duas vezes: o pessoal subiu até o palco, exigiram retratação, o Stephan quase apanhou no local e no dia seguinte o gordinho vazou pro Rio Grande do Sul...

E veja só que tamanha coincidência, vê-lo pregar moral de cueca suja...


Aprendeu isso depois de quase apanhar Stephan?


Para encerrar essa dissertação sobre a "escrotice", vejam aqui a atitude NEFASTA dos pakuanos tentarem atrair o público, vinculando personagens de desenhos animados com o seu finjutsu. Isso não é escroto!?




Stephan "querido": você é livre para se manifestar aqui, mas, só não traga uma faca numa luta de canhões... Foi um prazer rir da sua hipocrisia...

Se você foi vitima do Pa-kua Hermano e quer contar a sua história e sobre ameaças que sofreu de pakuanos, fale conosco pelo email. chinnpantzemestre@gmail.com não divulgaremos seu nome (a menos que autorize).